segunda-feira, 21 de dezembro de 2015




18-12-2015



PAULO PORTAS 
FALANDO DE 
MARCELO REBELO DE SOUSA


NÓS JÁ SABÍAMOS TUDO ISTO
DO MARCELO REBELO DE SOUSA
MAS É INTERESSANTE OUVIR O PAULO PORTAS
AFINAL TRABALHARAM JUNTOS
DEVE SABER DO QUE ESTÁ A FALAR

QUE OUTRO BELO PRESIDENTE
IRÍAMOS TER



sexta-feira, 18 de dezembro de 2015


AO PONTO QUE ISTO CHEGOU
Este senhor que vemos na foto, teve a lata de aparecer na última reunião da Câmara Municipal, com um adesivo na boca, tipo amordaçado.
Temos de explicar quem ele é, porque em Alpiarça pouca gente o conhece, e também não perdem nada por isso.
Este senhor vive em diversos lugares, mas também tem casa em Alpiarça.
Por essa razão sente-se no direito de explicar aos Alpiarcenses burros, muito bem explicadinho, tudo aquilo que ele entende.
Veste-se de cordeiro da paz (ou será de pomba?), falando muito em ética, em democracia, em liberdade, em cordialidade, como se ele soubesse o que isso é.
Afinal trás um punhal escondido nas costas, permanentemente preparado para agredir, como muito bem afirmou Júlio Pratas na última Assembleia Municipal.
Apela ao são convívio entre as pessoas, quando ele próprio não o pratica.
Este senhor que apareceu amordaçado tem aparecido em algumas Assembleias de Freguesia.
Mas tem aparecido em todas as Assembleias Municipais e em todas as reuniões de Câmara.
Em todas elas fala, em todas elas diz o que bem entende, quase sempre utiliza todo o tempo que o Regimento lhe permite falar.
E é este senhor, que fala sempre em todas as reuniões de Câmara, que apareceu amordaçado na última reunião, como se não o deixassem falar. Coitadinho.
RIDICULO
Deve ter visto algo assim num filme.
Presumimos que seja aposentado, embora ainda muito novo, e como não tem nada para fazer, porque obviamente também não se mete em nenhuma actividade em prol da população, fica como muito tempo para desencantar estas ideias.
Obvio que tanto na Câmara Municipal como na Assembleia Municipal, quase toda a gente o ouve com enfado, porque não passa de lugares comuns, repetitivos, sempre agressivos para o mesmo lado.
Parcial em todas as suas análises.
Ele pensa que sabe de tudo, nomeadamente de política, de economia, de ética, de direito, de constitucionalismo, e de mais umas dezenas largas de coisas.
E como já dissemos num outro artigo quem pensa que sabe de tudo, em regra não sabe de nada.
Ouvem-no com enfado, mas ouvem, ele sempre pôde falar.
E agora esta atitude de aparecer amordaçado.
RIDICULO
Este senhor é ou foi militar.
Pela idade, nunca terá participado numa guerra.
Quando se deu o fim da ditadura ele seria um jovem adolescente.
Deve ser um frustrado por tudo isso.
E agora desencadeou uma guerra santa contra os comunistas de Alpiarça e contra todos os Alpiarcenses em geral, não respeitando a verdade da nossa terra, nem a nossa história.
Deve ser um D. Quixote, que em todos os moinhos vê inimigos, e assim desencadeou esta guerra serôdia.


Se em Alpiarça se vive com medo, não entendemos porque ele se arrisca tanto em dizer mal dos Alpiarcenses em todos os lugares, chegando a apelidá-los de burros.
Se ele tem falado em todas, repetimos todas, as Assembleias Municipais e em todas as Reuniões de Câmara, em todos os Blogs e Bloguinhos que por aí há, na Voz de Alpiarça também escreve mensalmente,
porquê aparecer amordaçado?
RIDICULO
Este comportamento insultuoso só pode vir de uma pessoa que nunca viveu num país onde efectivamente se vivia amordaçado.
Eram os PIDES, eram os BUFOS, era a GNR, onde de verdade se vivia com medo de falar.
Os portugueses mais velhos, e os Alpiarcenses em particular, sabem bem como era esse tempo.
Até tínhamos em Alpiarça um posto da PIDE.
Por isso mesmo muitos foram presos, muitos foram torturados.
E vem agora este guerrilheiro sem guerras, inventar aquilo que não existe, ou que só existe na sua cabeça e de mais meia dúzia que se aproveitam dele.
Na última Assembleia de Freguesia um dos seus amigos, o Santiago, sem ninguém lhe perguntar, teve necessidade de dizer que não concorda com a maioria das posições deste cavalheiro.
RIDICULO
EM PAZ E LIBERDADE É TÃO FÁCIL SEHERÓI
Nas últimas eleições legislativas ele foi um apoiante entusiasmado de um pequeno partido. Um partido que teve uns minúsculos votos e que não elegeu ninguém. Tudo bem, nada a apontar nisso, é um seu direito.
O cómico de tudo é ele referir-se às movimentações desse partido, como uma ONDA gigante.
Afinal era uma minúscula ondinha.
RIDICULO
Procura desacreditar os Alpiarcenses, fazendo de Alpiarça um lugar onde se vive com medo.
Ele nem sabe o que é viver com medo.
Muito menos sabe o que é viver amordaçado.
Este senhor tem direito a tudo, nomeadamente tem direito a falar onde quiser, no respeito das normas regimentais de cada organismo,
mas não tem o direito de sujar o nome de Alpiarça e o nome dos Alpiarcenses.
Como ele tem feito permanentemente.
Gente desta não gosta da nossa terra.
Se nós aqui fossemos o Presidente da Câmara, teríamos expulsado o amordaçado da sala, porque aquele espaço é digno, embora palhaços também seja uma profissão digna, ali não devem ser permitidas palhaçadas.
Mas também entendemos a atitude do Presidente da Câmara, preferiu desvalorizar aquele comportamento.
E possivelmente até fez bem, aquela atitude vale o que vale.
E não valeu nada.


Mas ele diz que o seu protesto não foi por o impedirem de falar.
Fica mais bonito dizer que foi por solidariedade. Palavra tão bonita, tão rica em conteúdo, mas tão vazia proferida em certas bocas.
Solidariedade com quem?
Solidariedade com um funcionário que na qualidade de munícipe disse umas coisas que a Câmara considerou insultuosas e levantou processo disciplinar.
Mas não é legal assim? Não é assim que as coisas devem funcionar?
Em qualquer organismo do Estado, ou do Poder local, em qualquer empresa?
O processo disciplinar feito por juristas não é o processo normal para averiguações?
Será que qualquer um, pode dizer o que lhe apetece, agredir e caluniar pessoas, e nada se fazer, em nome da liberdade de expressão?
A liberdade de expressão permite tudo?
O funcionário não tem direito de defesa?
E se o processo disciplinar foi mal conduzido, se a condenação for injusta, não existem os Tribunais para decidir a razão?
Não é assim que funciona um Estado de Direito?
Não é assim que se funciona em democracia.
Ao contrário de condenações sumárias, sem processos de averiguações, sem possibilidades de defesa.
Um militar graduado não deveria saber estas coisas?
Certamente que sim, devia saber, mas a sua falta de coerência, a sua falta de imparcialidade, o seu cego afã anti-comunista, impedem-no de ver a razão.
O resto são tonteiras.
RIDICULO


O que ele fez foi manifestar uma total insensibilidade para com aquelas pessoas que ainda hoje são amordaçadas e assassinadas em muitos lugares do mundo.
O que ele fez foi brincar com a desgraça.
Há coisas que a decência devia impedir de se utilizar como brincadeira.
Foi uma falta de respeito perante todo este sofrimento.
Será que a ética que ele tanto apregoa foi respeitada neste caso?
Nem neste nem noutros.
O habitual.
É O VALE TUDO
É O COMPARAR O INCOMPARÁVEL.
Vá brincar com ... soldadinhos de chumbo.
ABSURDO
RIDICULO
INDESCULPÁVEL




Tal como é censurável o comportamento de alguns políticos no Facebook, rindo com estes comportamentos anti-sociais, anti-humanitários, ou não os censurando, como fez o Vereador Pedro Gaspar.
Estas coisas ultrapassam tudo aquilo que devia ser a luta política.
Tudo aquilo que é a decência.
CRESÇAM.
Ainda estão a tempo de se retratarem.
Um erro todos admitimos, a persistência no erro é indesculpável.

LAMENTÁVEL

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015


 Na última Assembleia de Freguesia voltou a haver circo e grátis.
Com a colaboração dos artistas já consagrados, Xico Cunha e Mário Santiago.
Cavalheiros eleitos na Câmara Municipal e Assembleia Municipal, decidiram ir à Assembleia de Freguesia, na sua auto-convencida superioridade, procurar dar um puxão de orelhas ao Presidente da Assembleia.
Pelo menos, antes, deveriam ter procurado ler e conhecer o Regimento da Assembleia de Freguesia, mas não, isso daria demasiado trabalho.
***
Assim, e sem qualquer suporte legal, na qualidade de público, foram para Assembleia e começou o Xico Cunha a reprovar o comportamento do Presidente relativamente a um senhor do público, apoiante do TPA, na Assembleia anterior a esta, ao não permitir que demorasse uma eternidade a gostar de se ouvir a si próprio, ignorando os normativos regimentais.
O Xico Cunha fez o mesmo, e o Presidente da Assembleia fez com ele igual ao que terá feito na outra Assembleia ao tal senhor do público, mandou-o calar se continuasse naquele registo..
Salta o Santiago, defendendo a honra do Xico Cunha, dizendo as habituais banalidades que costuma dizer, com aquele seu estilo melo-dramático com que nos costuma brindar na Assembleia Municipal.
Mas o Regimento da Assembleia de Freguesia, que eles mostraram ignorar, é taxativo.
Regimento aprovado por unanimidade, inclusive pelos elementos do TPA do Xico Cunha.
Às pessoas do público, que não foram eleitas para a Assembleia de Freguesia, só é permitido intervir para colocar questões, fazer perguntas, sobre o funcionamento da Freguesia.
Evidentemente o Presidente da Assembleia fez a sua obrigação.
E disse, ou o senhor faz a pergunta ou cala-se.
O Mário Santiago, confundindo tudo, falava ali como público, mas baralhava-se e reivindicava a qualidade de eleito da Assembleia Municipal.
Extremamente nervoso, com uma grande tensão, ao contrário do Xico Cunha, começou a asneirar, e até chegou a dizer ao Presidente da Assembleia que podia continuar a falar.
Achamos que ele ainda não conseguiu passar o trauma de ter deixado de ser Presidente da Assembleia Municipal.
O verdadeiro Presidente da Assembleia respondeu, e muito bem, que ali, quem mandava alguém falar ou calar era ele, e não um elemento do público.
Desorientado o Santiago ripostou que ele não lhe devia nenhuma obediência. Isto numa Assembleia de Freguesia, para o Presidente da Assembleia.
Um triste circo montado.
Vieram perturbar os trabalhos de uma Assembleia que estava a decorrer com toda a cordialidade, entre todas as bancadas, CDU, PS e TPA.
***
Que foram eles lá fazer? Foram precisamente provocar, criar confusão, enervar os elementos da CDU com insultos baratos, para que algum deles pudesse ter uma reacção mais emotiva.
Enfim, abastardar a Assembleia. Tudo intencional.
Para depois virem para a blogosfera armados em vítimas, chorar que foram ofendidos e ameaçados.
Aqui na Taberna o pessoal divertiu-se muito com estas cenas de circo, e fazem-me perguntas que eu não sei responder.
Será que o Xico Cunha e o Mário Santiago têm alguma confiança nos elementos da sua coligação que estão eleitos na Assembleia de Freguesia?
Se têm confiança como seria suposto terem, o que foram lá fazer, para falarem de um assunto que lhes estava vedado fazerem, por não serem eleitos, mas assunto que poderia muito bem ser falado, legitimamente, por qualquer um dos elementos eleitos da sua bancada que lá estavam presentes?
Só não vê quem é cego.
Aconselho os elementos da CDU a terem mais calma e não caírem no engodo de ripostar à letra às provocações a que estão constantemente sujeitos.
Aconselho o Xico Cunha e o Mário Santiago, a mostrarem alguma dignidade, e não esquecerem que um é vereador eleito na Câmara Municipal e o outro é Deputado eleito na Assembleia Municipal.
Os senhores comportam-se como se nada tivessem a perder em termos de imagem pública.
Mesmo ficando demonstrado que não existe confiança nos Deputados da sua coligação, não teriam outros elementos, que pudessem ir ali fazer aquela triste figura, protegendo a imagem de um vereador e de um deputado municipal?
Mas que sei eu, se calhar não tinham mesmo.
***
Apareçam aqui na Taberna, a gente bebe um copito, podem desabafar comigo, acabam por esquecer tudo e sempre vos podemos dar algumas boas dicas.
A primeira seria, trabalhem mais, não mostrem tanta ignorância, estudem bem os Regimentos, antes de se deslocarem aonde quer que seja.
A segunda, dirige-se ao Mário Santiago, pois ficámos preocupados com a sua saúde. Tenha calma, não se enerve, a política não é tudo na vida. E se continua assim, pode acabar mal. E isso nós não desejamos, antes pelo contrário.
Admitimos que esta coisa de mudar de partidos com muita frequência, pode confundir qualquer um. Estar ontem a defender os mais humildes e hoje estar a defender os mais privilegiados, deve ser algo muito perturbador. Mas procure ter calma.
Aqui na Taberna, nunca ninguém participou numa Assembleia de Freguesia, mas prometemos, que se o circo continuar, passaremos a não faltar a nenhuma.
Adoramos ver entradas triunfais de leão e saídas abruptas com o rabo entre as pernas.



domingo, 13 de dezembro de 2015


DUAS NOTÍCIAS DA ÁREA DO PPD/PSD

·      Durão Barroso disse que não se iria candidatar a Presidente da República.
·      Xico Cunha disse que se iria candidatar a Presidente da Câmara de Alpiarça.


A COISA PODIA SER PIOR
IMAGINA
DUAS NOTÍCIAS DA ÁREA DO PPD/PSD
·      Durão Barroso disse que não se iria candidatar a Presidente da Câmara de Alpiarça.
·      Xico Cunha disse que se iria candidatar a Presidente da República
A COISA PODIA SER PIOR DE FACTO
AINDA A PROPÓSITO DA ANUNCIADA INTENÇÃO DE XICO CUNHA SE RECANDIDATAR  À CÂMARA DE ALPIARÇA
A quem ele se quis antecipar da sua própria coligação?
Aceitam-se apostas…….

Mas será que a anunciada decisão de se recandidatar ainda se mantém até hoje?

Será que vai manter-se até às eleições?

Aqui na Taberna constou que ele se prepara para trair os seus companheiros da coligação do PSD.

SERÁ?
MAIS DOIS EVENTOS EM ALPIARÇA
NESTE FIM DE SEMANA
NO MERCADO: ArteNatal 2015 - IV Feira de Artesanato Local de Alpiarça.
No sábado à tarde, na abertura da ArteNatal 2015, com a apresentação do Caderno Cultural da AIDIA "Bons gostos de uma geração - as irmãs doceiras de Alpiarça".
Esta mostra de artesanato e de animação para a família está a decorrer neste fim-de-semana, 12 e 13 de Dezembro, e continuará nos próximos sábado e domingo, 19 e 20, no Mercado Municipal de Alpiarça.
A apresentação do Caderno Cultural da AIDIA "Bons gostos de uma geração - as irmãs doceiras de Alpiarça" serviu também para homenagear as irmãs “Ameixas” tão respeitadas e queridas dos Alpiarcenses.
Muitas pessoas a assistirem.

NA IGREJA: Concerto de Natal, na tarde de Domingo, pelo Orfeão de Alpiarça da SFA 1º de Dezembro, dirigido pelo maestro Miguel Galhofo e pelo Coro Jubilare de Alcanena, dirigido pela maestrina Maria do Céu, abrilhantado pelo pianista Cristiano Duarte e pela excelente soprano Maria João Sousa, com uma voz incrível, celestial.
A Igreja de Alpiarça, estava cheia, com um público que saiu encantado com a qualidade do espectáculo.





Que houve em comum nestes dois eventos?
E em muitos outros, sobretudo os de solidariedade.
A ausência completa dos “leaders” da oposição.
Nem sequer o “Grande Empresário” se dignou estar presente.
Deve ter ficado a fazer comunicados


SUBLIME!!! 

«O dr. Cavaco consumiu vinte minutos, no Centro Cultural de Belém, a
 esclarecer os portugueses que não havia português como ele. Os portugueses, diminuídos com a presunção e esmagados pela soberba,
 escutaram a criatura de olhos arregalados. Elogio em boca própria é
 vitupério, mas o dr. Cavaco ignora essa verdade axiomática, como,
 aliás, ignora um número quase infindável de coisas.
O discurso, além de tolo, era um arrazoado de banalidades, redigido
 num idioma de eguariço. São conhecidas as amargas dificuldades que
 aquele senhor demonstra em expressar-se com exactidão. Mas, desta vez,
 o assunto atingiu as raias da nossa indignação. Segundo ele de si
 próprio diz, tem sido um estadista exemplar, repleto de êxitos
 políticos e de realizações ímpares. E acrescentou que, moralmente, é
 inatacável. 
O passado dele não o recomenda. Infelizmente. Foi um dos piores
 primeiros-ministros, depois do 25 de Abril. Recebeu, de Bruxelas,
 oceanos de dinheiro e esbanjou-os nas futilidades de regime que,
 habitualmente, são para "encher o olho" e cuja utilidade é duvidosa.
 Preferiu o betão ao desenvolvimento harmonioso do nosso estrato
 educacional; desprezou a memória colectiva como projecto ideológico,
 nisso associando-se ao ideário da senhora Tatcher e do senhor Reagan;
 incentivou, desbragadamente, o culto da juventude pela juventude,
 característica das doutrinas fascistas; crispou a sociedade portuguesa
 com uma cultura de espeque e atrabiliária e, não o esqueçamos nunca,
 recusou a pensão de sangue à viúva de Salgueiro Maia, um dos mais
 abnegados heróis de Abril, atribuindo outras a agentes da PIDE, "por
 serviços relevantes à pátria." A lista de anomalias é medonha.

Como Presidente é um homem indeciso, cheio de fragilidades e de
 ressentimentos, com a ausência de grandeza exigida pela função. O
 caso, sinistro, das "escutas a Belém" é um dos episódios mais vis da
 história da II República. Sobre o caso escrevi, no Negócios, o que
 tinha de escrever. Mas não esqueço o manobrismo nem a desvergonha,
 minimizados por uma Imprensa minada por simpatizantes de jornalismos e
 por estipendiados inquietantes. Em qualquer país do mundo, seriamente
 democrático, o dr. Cavaco teria sido corrido a sete pés.
 O lastro de opróbrio, de fiasco e de humilhação que tem deixado atrás
 de si, chega para acreditar que as forças que o sustentam, a
 manipulação a que os cidadãos têm sido sujeitos, é da ordem da mancha
 Histórica. E os panegíricos que lhe tecem são ultrajantes para aqueles
 que o antecederam em Belém e ferem a nossa elementar decência.

É este homem de poucas qualidades que, no Centro Cultural de Belém,
 teve o descoco de se apresentar como símbolo de virtudes e sinónimo de
 impolutabilidade. É este homem, que as circunstâncias determinadas
 pelas torções da História alisaram um caminho sem pedras e empurraram
 para um destino que não merece. Triste República, nas mãos de gente que a 
 não ama, que a não desenvolve, que a não resguarda e a não protege!
  Estamos a assistir ao fim de muitas esperanças, de muitos sonhos
 acalentados, e à traição imposta a gerações de homens e de mulheres. É
 gente deste jaez e estilo que corrói os alicerces intelectuais,
 políticos e morais de uma democracia que, cada vez mais, existe,
 apenas, na superfície. O estado a que chegámos é, substancialmente, da
 Responsabilidade deste cavalheiro e de outros como ele.

Como é possível que, estando o País de pantanas, o homem que se
Apresenta como candidato ao mais alto emprego do Estado, não tenha,
Nem agora nem antes, actuado com o poder de que dispõe? Como é possível? Há outros problemas que se põem: foi o dr. Cavaco que
escreveu o discurso? Se foi, a sua conhecida mediocridade pode ser
atenuante. Se não foi, há alguém, em Belém, que o quer tramar.

Um amigo meu, fundador de PSD, antigo companheiro de Sá Carneiro eleitor omnívoro de literatura de todos os géneros e projecções, que me dizia:
 "Como é que você quer que isto se endireite se o dr. Cavaco e  a maioria dos políticos no activo diz 'competividade' em vez de 'competitividade' e julga que o Padre António Vieira é um pároco de qualquer igreja?"
 Pessoalmente, não quero nada. Mas desejava, ardentemente desejava, ter um Presidente da República que, pelo menos, soubesse quantos cantos tem "Os Lusíadas."»

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

VOTOS DE LOUVOR
Estamos na maré dos votos de louvor.
Nós aqui na Taberna do Arre-Macho achamos que a saga vai continuar.
Os incansáveis rapazes do TPA (PPD-PSD-MTP) – TODOS POR ALPIARÇA, MAS SÓ ATÉ À MEIA-NOITE, não irão parar de inventar ideias para votos de louvor.
Nós aqui na Taberna também queremos dar o nosso contributo e jogarmos na antecipação.
Porque na realidade somos melhores que eles.
Aliás, muito melhores.

Achamos em primeiro lugar que os Bombeiros, Professores e Adegueiros, também cumprem uma função qualificada, de apoio à nossa população em geral, às crianças e adolescentes deste concelho, e os últimos fabricam o excelente vinho que nós aqui tanto apreciamos.

Mas existem muitas outras, por exemplo os funcionários das Finanças, que tão bem cobram os nossos impostos.
Os trabalhadores do lixo, as vendedoras do mercado, do Inter-marché, da Maxi-loja, e de todas as lojas de Alpiarça, incluindo as dos chineses.
Os que trabalham no campo, os que trabalham em oficinas, os que trabalham em fábricas e até os que não trabalham em lugar nenhum.
Os médicos portugueses e cubanos que por cá têm passado e que nos tratam da saúde.
Os enfermeiros e enfermeiras, tão úteis, e que tão bem nos picam o rabo.
Os donos e empregados de restaurantes e cafés de Alpiarça, que tanto ajudam o nosso turismo.
E a Banda. E o Orfeão. Que tanto gostam de nos dar Música.
E os trabalhadores da Câmara, um louvor para os que trabalham na sede, outro para os que trabalham na Biblioteca, um outro para quem trabalha no Museu e Piscinas, outro para quem trabalha nas oficinas e finalmente outro para quem trabalha nas ruas.
E não esquecer os coveiros. E as agências funerárias.
Os pedreiros, carpinteiros e serralheiros que tão bem colaboram para o conforto das nossas casas.
Os electricistas também.

Enfim, nós aqui na Taberna do Arre-Macho afixámos um papel na parede para os clientes poderem escrever outras profissões que se vão lembrando e outros eventuais candidatos a serem homenageados.
Nós não queremos que ninguém falte.

Já solicitámos ao Agrupamento de Escolas uma lista com o nome de todos os professores actuais e de todos os que por cá passaram.
Queremos um voto de louvor a todos. Disseram-nos da Escola que vão demorar na resposta, são mais de 1800 nomes.
Também queremos outras listas com o nome das Educadoras de Infância, do pessoal administrativo, do pessoal de apoio à limpeza, do pessoal das cozinhas, etc.
E as comissões de pais e todas as comissões que possam existir, que já existiram ou possam vir a ser criadas.
Vão ser todos homenageados.

A partir de agora todos os votos de louvor que os rapazes do TPA (PPD-PSD-MTP) – TODOS POR ALPIARÇA, MAS SÓ ATÉ À MEIA-NOITE quiserem apresentar, ou serão acusados de plágio ou terão de nos pagar direitos de autor.
Com uma única excepção.
Podem propor um voto de louvor aqui ao Taberneiro, pois por sermos modestos não iremos indicar o nosso próprio nome e assim, estamos livres para também sermos propostos e homenageados.

E por favor não nos chamem oportunistas, por querermos usar os Bombeiros, Professores, Adegueiros e quase todas as outras profissões em nosso benefício.
Nós sabemos muito bem que estamos a ser oportunistas.
Nós sabemos muito bem que somos oportunistas.
Mas não gostamos que sejam os outros a dizê-lo.

NOTA: Esta brincadeira que fizemos com as profissões em Alpiarça, é apenas isso, uma brincadeira.
Todas elas contribuem para o engrandecimento da nossa terra.
Todas elas são profissões dignas e com grande mérito.
Quisemos apenas mostrar que todas elas, sem excepção, merecem todo o respeito e admiração, desde que exercidas com rigor e profissionalismo.
E também mostrar o desprezo que nos merecem todos os que utilizam as pessoas em benefício do seu umbigo.